quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Clicks do Carnaval em Luzilândia

Mesmo com pouca expectativa dos foliões o Carnaval 2010 em Luzilândia mais uma vez reuniu centenas de pessoas que lotaram a Praça João José Filho e mostraram que o ingrediente principal da folia é a alegria. Mesmo sem a participação de grandes bandas e trio elétrico o povo luzilandense não perdeu a graça e os tradicionais Mela-Mela e o jogo das Assumidas e Encubadas fizeram a alegria da moçada.



















Fotos: Lucas Brito

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Escolha das realezas dá ponta pé inicial ao Carnaval em Luzilândia

Sexta-feira de carnaval em Luzilândia foi a noite de escolher as rainhas e o rei do Carnaval 2010. A já tradicional escolha dos representantes luzilandenses da realeza mais uma vez reuniu centenas de pessoas na Praça João José Filho. O evento deu o ponta pé inicial para o inicio do Carnaval na cidade.
O título de Rainha Gay foi para Paloma Espindola, nome adotado por Liduino.

A Prefeita Janainna Marques com os Rei e Rainha do Carnaval 2010.

Fotos:Blog do Lucas Celebridades

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Campanha de igrejas faz crítica à política econômica de Lula

A Campanha da Fraternidade de 2010 levará para cerca de 50 mil comunidades cristãs discussões sobre economia. O texto-base do evento, que começa na quarta-feira, critica a crescente dívida interna do país, as altas taxas de juros, a elevada carga tributária, o sistema financeiro internacional e até mesmo o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), vitrine de Lula.

Realizada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) desde 1964, a campanha deste ano reunirá, além da Igreja Católica, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e a Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia. Elas integram o Conic (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil), o organizador do evento em 2010.

Será a terceira vez que a campanha terá caráter ecumênico, repetindo 2000 e 2005. Com textos e gráficos, o material do evento propõe a conscientização sobre alguns temas econômicos que são pouco conhecidos por grande parte da população.

Em relação à dívida interna, por exemplo, o manual da campanha diz: "Apesar de os gastos com juros e amortizações da dívida pública consumirem mais de 30% dos recursos orçamentários do país, essas dívidas não param de crescer. A dívida interna alcançou a gigantesca cifra de R$ 1,6 trilhão em dezembro de 2008, tendo apresentado crescimento acelerado nos últimos anos".

Segundo o texto, a dívida inviabiliza a aplicação de recursos na área social. Uma das tabelas do material mostra a elevação da dívida nos governos de FHC (1995-2002) e de Lula.

O documento cita o PAC ao atacar a má distribuição de renda: "O crescimento do PIB, expresso em médias nacionais, não é sinônimo de boa distribuição dos recursos entre os diversos grupos sociais. Os pobres continuam lesados nos seus direitos. O PAC é o exemplo mais recente no Brasil".

O secretário-geral do Conic e reverendo da Igreja Anglicana, Luiz Alberto Barbosa, diz que a meta do evento é fazer com que as comunidades reflitam sobre o que está dando certo e errado na economia do país, e possam cobrar mudanças dos políticos nas eleições.

"Escutamos o discurso oficial de que o país caminha para ser a quinta economia do mundo. Mas é preciso perguntar: "Se o cenário é tão bom, onde estão os recursos?" Ainda temos quase 40 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza e não há trabalho e saúde para todos."

O frade dominicano Carlos Josaphat, um dos principais intelectuais da Igreja Católica, diz que um dos objetivos do evento é fazer com que os cristãos deixem de ser omissos em relação a práticas econômicas socialmente injustas.

A campanha defende ainda a realização de um plebiscito sobre a limitação do tamanho das propriedades rurais do país.

Fonte: Bol

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Confira a Programação do Carnaval de Luzilândia!

12/02 – SEXTA - FEIRA
20 h - Concentração com Banda Municipal de Música
Local: Praça Santa Luzia

21 h - Abertura oficial do carnaval 2009
Escolha do Rei Momo
Rainha do Carnaval
Rainha Gay

13/02 – SÁBADO
17 h – Mela – Mela
Banda Moleca Elétrica
Local: Beira Rio
20 h – Concentração do Bloco Skina Doce
Trio com Banda Pancada Elétrica
Local: Posto Santo Expedito
21 h – Banda Raízes Elétrica
Local: Praça João José Filho
23 h – Banda Grude da Bahia
Local: Praça João José Filho

14/02 – DOMINGO
17 h – Mela – Mela
Banda Raízes Elétrica
Local: Beira Rio
20 h – Concentração do Bloco da Melhor Idade
Local: Praça Santa Luzia
21 h – Concentração do Bloco “ Caras e Bocas”
Local: Praça Santa Luzia
21 h – Banda Moleca Elétrica
Local: Praça João José Filho
21 h – Banda Levada Elétrica
Local: Praça João José Filho

15/02 – SEGUNDA
15 h – Concentração do Jogo das virgens
Local: Praça João José Filho
17 h – Jogo das virgens
Declaradas x Incubadas
Local: Estádio Municipal Raimundo Marques
17 h – Mela – Mela
Banda Raízes Elétrica
Local: Beira Rio
18h - Arrastão do Estádio Municipal para o Mela – Mela
com Trio e Banda
21 h – Banda Moleca Elétrica
Local: Praça João José Filho

23 h – Forró Bandido Elétrico
Local: Praça João José Filho

16/02 – TERÇA
17 h – Mela – Mela
Banda Raízes elétrica
Local: Beira Rio
21 h – Banda Moleca elétrica
Local: Praça João José Filho
23 h – Capilé
Local: Praça João José Filho

COM INFORMAÇÕES DA PML

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

MDS suspende mais de mil cartões do Bolsa Família

O Ministério do Desenvolvimento Social suspendeu o pagamento do Bolsa Família para 1.150 beneficiários no Piauí. A medida foi tomada após investigação sobre a frequência escolar das crianças, que é fator primordial para que as famílias recebam o benefício.

De acordo com a secretária estadual da Assistência Social, Gilvana Gayoso, o ministério faz um acompanhamento rigoroso quanto aos fatores que qualificam as famílias beneficiadas, dentre eles acompanhamento de saúde e educação.

No Piauí foram cancelados definitivamente 46 benefícios. Mas, segundo a secretária, mesmo essas famílias ainda podem reaver o direito de receber, bastando comprovar a adequação aos fatores exigidos pelo ministério.

Todos os meses são repassados R$ 45 milhões para o pagamento. Mais de 400 mil famílias recebem o benefício no Piauí.

(Editada)
Fonte: Cidade Verde

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Futebol: o Galo é do povo

Um comentarista esportivo piauiense costuma utilizar a frase: “Meus Amigos, futebol é coisa séria”!. Pois bem! Para escrever estas mal traçadas linhas este humilde escriba se inspirou na expressão acima citada que, justamente, vem ao encontro do tema principal do artigo que segue.

Um assunto que preencheu as lacunas dos meios de comunicação na semana passada, foi à ausência do River Atlético Clube no campeonato estadual piauiense de 2010. A façanha é encabeçada pelo atual presidente do clube, deputado Elizeu Aguiar (PTB), que segundo ele, a iniciativa tem o respaldo dos demais diretores.

Ora, todos sabem que o soerguimento do futebol piauiense é coisa difícil de acontecer. Pelo menos, enquanto boa parte de seus dirigentes tiver o mesmo pensamento do presidente do River. Ele justifica a retirada do time com a intenção de reestruturá-lo. Infelizmente, o presidente riverino desconhece que o ostracismo é um fator que causa esquecimento. E os torcedores corroboram com isso? Veja os exemplos de Tiradentes e Auto Esporte.

É preciso saber que antes de plantar belas árvores frutíferas é preciso limpar o solo, e adubá-lo. Elizeu deve até ter boas intenções, no entanto, seria um grande presidente do River se soubesse comportar-se como um jardineiro. Perguntamos: será que ele vá fazer uma revolução mesmo no Galo?


É bom não misturar política partidária com futebol. O River assim como os outros clubes aceitou todos os termos discutidos no Arbitral de dezembro, que tratou dos moldes do Estadual. Mas, um mês depois, mudou de opinião. Em ano de eleição na Federação, o River, com a desistência, não terá direito a voto. Então como ele pretende organizar o futebol do Piauí estando de fora das decisões?


Em 2009, a CBF implantou a Serie 'D'. A competição foi disputada por 40 clubes, oriundos dos campeonatos estaduais, de acordo com os critérios técnicos de classificação. Em breve a CBF precisará criar a série E, pois o River do jeito que vai talvez nem consiga manter-se na série D.

De certo é que o torcedor ficará triste com a concepção pobre de certas pessoas. Querer tirar proveito de uma torcida que sempre lutou independentemente de política e religião. O Galo é do povo e não de políticos. Existem três coisas que não se misturam: futebol, política partidária e religião. O River precisa de todos e não de um grupo político, seja ele quem for.

Por Jânio Holanda - Jornalista

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Salve a capital da rapadura!

Quando ouço Querelas do Brasil, de Aldir Blanc e Maurício Tapajós, na impecável interpretação de Ellis Regina, um verso fica repicando na cabeça: “O Brazil não conhece o Brasil...”. Ellis teve de exagerar na pronúncia arrevesada pra diferenciar o Brazil com “z”, território supostamente brasileiro sob dominação cultural norte-americana, do Brasil com “s”, o Brasilzinho desse monte de luizes: Luiz Gonzaga, Luiz Carlos Prestes, Luiz Melodia, Luiz Inácio. Mas, se o Brazzzil não conhece o Brasil, o próprio Brasil, esse não sabe chongas do... Brasil. Exemplos não faltam.

O Jornal Nacional estreou no final dos anos 60 do século passado com Hilton Gomes e Cid Moreira falando de tempo bom e tempo ruim. Como o jornal era feito no Rio de Janeiro onde fica uma certa Copacabana, a Princesinha do Mar, tempo bom era tempo de sol, sem nuvens nem chuva, bom pra pegar uma praia, jogar um vôlei ou erigir castelos de areia, essas coisas que se fazia nas praias antes que os bandidos nos obrigassem a passar o tempo fugindo dos arrastões. Ronan Soares, mineirinho admirável, um de seus primeiros e mais inteligentes editores, me contou que só depois que os nordestinos chiaram foi que o JN parou de falar em tempo bom e tempo ruim. Pela simples razão de que tempo bom para os nordestinos é o tempo de chuva, “chuva boa, criadeira”, no verso maravilhoso de Jobim. Tempo ruim é a seca que traz a fome e a morte. Por isso, no meu Piauí se diz apropriadamente: “está bonito pra chover”.

Pois esta churumela toda aí em cima é só pra abrir passagem à minha indignação diante da bobagem feita pelos coleguinhas de alguns jornais de uma tal de “grande imprensa” (existe imprensa menor?). Eles classificaram de “mirabolante” um projeto que dá o título de “capital da rapadura” à cidade piauiense de Boa Hora, e “capital da melancia” à também piauiense cidade de Jatobá. A estranheza dos coleguinhas tem cheiro de preconceito. Basta lembrar que nos anos 60 Flávio Cavalcante quebrou discos de Luiz Gonzaga por não considerar a sanfona um instrumento musical... digno! Como se o bandoneon dos argentinos não fosse um tipo de sanfona. Bandoneon pode ser (e é) digno. A sanfona, não. Mas era só o que faltava! Limeira (SP) pode ser a capital da laranja. Bento Gonçalves (RS), pode ser a capital do vinho e da uva. Monte Alto (SP) pode ser a capital do mamão e Codajás (AM) pode ser a capital do açaí. Ou seja: todo mundo pode ser a capital do que quiser. Mas duas cidades piauienses que produzem deliciosas rapaduras e sumarentas melancias não podem ser a capital da rapadura e a capital da melancia. Por quê? O que há contra a rapadura e a melancia? Seriam produtos menores? Menos “dignos” do que a laranja, o vinho, a uva e o açaí? Olha, já que o presidente da gente – esse aí da maior popularidade desde Getúlio - e o presidente dos outros (o tal de Chavez), podem falar palavrão, eu também posso. Lá vai: que tal se esses que ainda celebram o preconceito e não conhecem o Brasil fossem simplesmente à merda? Mirabolante é a mãe, ora.


Abaixo os preconceitos idiotas. Viva o Nordeste. Viva o Brasil. Salve Boa Hora e Jatobá, no querido Piauí, dignas capitais da doce rapadura e da deliciosa melancia! Ah, sim: falar de tempo ruim é tão preconceituoso quanto falar de que negro tem cabelo ruim. E chega.


Paulo José Cunha*
Jornalista, professor universitário e escritor.

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